O anel da morta
Tenho resistências a joias de família, foi da mãe, foi da avó, foi, foi... Foi, não é mais. Mas antes de falar dessas tais joias de família, deixe-me, primeiro, dar umas voltas, são necessárias.
Começo por fazer-lhe uma pergunta, leitora: quando você bate com o cotovelo num canto do armário, o que você faz? Sim, eu sei, diz um palavrão, e o que mais? Isso mesmo, você esfrega a outra mão sobre a parte dolorida. Por quê?
Porque a fricção da mão sobre a parte dolorida do cotovelo transfere boa energia para o local afetado. Em poucos segundos para de doer, melhora. O nome desse jogo é energia, uma parte boa, bem energizada, curando uma outra em desordem. É a mesma coisa que o passe espírita, mesmíssima. As boas energias de uma pessoa sendo passadas para o corpo de outra, em desalinho.
Outro exemplo que me ocorre. A mulher está quieta, em casa, vendo televisão – Malhação, digamos. O marido chega da rua, e não há nenhuma desavença entre eles. Logo depois, a mulher fica irada com alguma coisa do marido, um gesto, uma palavra, uma bufada dele... Começa uma briga, discutem.
De onde veio a desarmonia? Da energia ruim que o homem trouxe da rua, da relação e proximidade com as outras pessoas, dos seus aborrecimentos no trabalho, do corpo “carregado” que ele trouxe da rua e passou para ela.
É por isso que é bom as pessoas que chegam em casa vindas da rua tomarem imediatamente um banho. A água faz escorrer pelo ralo uma densa camada de energia ruim.
Pronto, agora vou ao ponto de hoje. Não aprecio que netas, filhas, noras, quem for, usem aneis, brincos, colares, broches, qualquer coisa que tenha sido deixada por pessoa falecida.
Essas joias foram “vividas” por uma pessoa em outros momentos e estão carregas de energia dessa pessoa. Tudo que é nosso tem nossa energia e marca pessoal. Essa energia física “pega”, passa de um para outro... e nunca é boa. É do outro.
A noiva do príncipe William, da Inglaterra, ganhou dele, para ela usar enquanto estiverem juntos, o anel que era da princesa Diana, mãe dele.
Ah, não mesmo, esse anel tem as energias da princesa morta, “morreu” com ela. Não deve ser usado por mais ninguém, nem pelo príncipe.
O anel tem as energias da sogra, a moça não deve usá-lo. Mas terá ela “energia” para dizer não ao príncipe? Minha crença na vida é na física. Ela dá vida ou mata.
PIJAMA
Conheço um “famoso” locutor em Porto Alegre que usava os pijamas deixados pelo sogro após a morte. A mulher, uma tonta, achava natural, e o sujeito, um parvo, também achava que não tinha nada demais. Que horror. Do que são capazes as cabeças pequenas!
FRASE
A frase estava num cantinho do jornal: “Em tua vida, não tentes dar conselho a quem precisa de dinheiro”. Discordo. Aí é que o desprovido deve ouvir um sermão, dar o peixe não o vai fazer um “pescador”. Que se dê o dinheiro, vá lá, mas também um bom sermão.
OURO
Diz o jornal: “China mira o Brasil para produzir ouro”. Nos detalhes, fica-se sabendo que os chineses vêm para o Brasil com a finalidade de dobrar a produção de ouro deles. E quem vai-lhes dar o direito? Temos que ficar de olho nos entreguistas, de olho!
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